20/08/2009

'Nada Vai Nos Separar' estreia nesta sexta nos cinemas

Nada Vai nos Separar – Os Cem Anos do Sport Club Internacional é o filme oficial e exclusivo que conta toda a história e a trajetória do Inter. Todos os grandes momentos do clube estão presentes, passando pelo Rolo Compressor, inauguração do Beira-Rio, títulos brasileiros e o mundial. Todas as épocas coloradas estão relacionadas nesta grande homenagem. A promessa é que nenhum colorado, por mais ou menos fanático que seja, conseguirá sair da sala de cinema sem estar emocionado.

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Confira a programação nos cinemas:

Porto Alegre

* Unibanco Arteplex, sala 2, 14:00 ,16:30 ,19:10 ,21:40 . Sábado também sessão à meia-noite

* GNC Moinhos, sala 3, 14:20 ,16:50 ,19:20 ,21:40

São Paulo

* Cine Bombril, sala 2, 17:40

Curitiba

* Unibanco Arteplex, sala 1, 17:50

O filme deve estrear no Rio, Brasília e Florianópolis dia 28.

> SOBRE A PRODUÇÃO

Nada Vai nos Separar é o filme longa-metragem que veio ao mundo para contar essa história de amor, da união imorredoura de um time e sua torcida ao longo de cem anos. Não é um filme para apenas narrar fatos ou mostrar gols. É um filme, feito por colorados, com colorados e para colorados, que traz como missão resgatar para as futuras gerações os momentos de alegria e dor, sofrimento e êxtase que forjaram uma torcida forte e fiel. Realizado pela mesma equipe de Gigante - Como o Inter Conquistou o Mundo, Nada Vai nos Separar traz os gols históricos e os títulos importantes, mas acima de tudo isso, traz a glória que é amar o Internacional, orgulho do Brasil.

Torcedor que é torcedor sabe tudo do seu time. A história, os gols, as vitórias e as derrotas. Divide os momentos de vida com uma paixão única, o time do coração. Nada Vai nos Separar é um filme que emociona por trazer à tona o sentimento de todo o torcedor colorado, um sentimento passado de geração a geração e que só aumenta ao longo dos anos.

O filme se diferencia por eleger o torcedor como personagem principal de uma história em que dirigentes e funcionários vêm e vão e craques aparecem e se aposentam com o passar do tempo. Por isso todo o conteúdo é feito por colorados, com colorados e para colorados, pois apenas uma coisa não muda no futebol: a paixão da torcida. Realizado pela mesma equipe de Gigante - Como o Inter Conquistou o Mundo, Nada Vai nos Separar  traz os gols históricos, a lealdade de uma torcida, os títulos importantes, os jogadores que fizeram a história do Internacional, Campeão de Tudo, ser ainda mais gloriosa.

Logo após o sucesso incrível de Gigante - Como o Inter Conquistou o Mundo, o 2º documentário brasileiro mais visto no ano de 2007, a equipe do filme já pensava em preparar um material para comemorar o ano do centenário do clube em 2009. Em busca de idéias para contar uma história, o diretor Saturnino Rocha, o roteirista Luís Augusto Fischer, o responsável pela montagem, Giba Assis Brasil e o produtor Gustavo Ioschpe começaram uma busca por jogadores talentosos que de alguma forma fizeram a diferença dentro do time.

Entre tantas idéias para utilizar como fio condutor de uma trajetória de 100 anos, os torcedores eram os únicos que apareciam em todas as etapas, na alegria ou na tristeza dos resultados, eles estavam lá, firmes e fortes para apoiar o time do coração. E não é por acaso que a primeira frase do filme começa com “O pai nos trazia...”; essa identidade paterna faz parte da família colorada. Uma relação tão familiar que une avós, pais e netos por uma mesma causa: o Inter. Foi essa ligação passada de pai para filho que contribuiu para que o Inter chegasse ao centenário, por isso nada mais justo do que fazer um filme para torcedores e por torcedores. Segundo o diretor Saturnino Rocha, “o filme se qualifica quando elege o torcedor como protagonista do documentário”.

As primeiras imagens do filme foram gravadas em 4 de Dezembro de 2008, final da Copa Sul-Americana. Um jogo sofrido, nervoso e difícil, acompanhado pelos protagonistas daquele dia, a família Azambuja, de Porto Alegre. Numa final dramática, o Internacional conquistou o título.

A equipe buscou como proposta e compromisso fazer um filme para os torcedores e não institucional, como geralmente acontece com vídeos produzidos para celebrar as efemérides de clubes de futebol e outras instituições. Esse diferencial fez com que a G7 Cinema criasse um site para receber os depoimentos dos colorados, sobre a relação de amor e afeto que possuíam com o time. De uma forma transparente e através de um mecanismo aberto, a Internet, foram escolhidos os melhores depoimentos. Depois de receber quase 1000 depoimentos de todas as partes do mundo no site oficial, http://www.filmecentenario.com.br/, apenas 30 foram selecionados para participar das gravações.

Testemunhos que foram além da carga emotiva que a equipe esperava receber. Marcelo Mello, torcedor colorado, dá ao filme um depoimento emocionante, quando afirma que “o torcedor acha que tudo que é do time também é dele. É o teu time, é o teu estádio, a tua torcida e na verdade nada é teu. O estádio não é teu, os jogadores não são teus, mas tu se sente dono de todo esse universo”.

Esse sentimento de posse que Marcelo descreve se retrata na fala de outro torcedor que conta uma história mais do que inusitada. No final do jogo final da Copa Libertadores de 2006, Rodrigo Bassani aproveitou a distração dos seguranças e pulou para dentro do gramado. Na frente da goleira arrancou uma muda de grama para ter de recordação e quando saiu do estádio viu que a grama estava com raiz, colocou num copo de café e plantou na frente do Beira-Rio. Hoje, o torcedor guarda várias mudas da planta em casa e o seu desejo é que quando tiver uma quantidade de grama suficiente, todo o gramado de sua casa será com aquela mudinha do campo da vitória da Libertadores. Paixões que ultrapassam todos os limites e que segundo Vicente Manera, “se tudo isso é uma doença, eu não quero que cure nunca!”.

Entre os meses de dezembro de 2008 e janeiro de 2009, foram conduzidas um total de 50 entrevistas entre torcedores, dirigentes, funcionários e jogadores de todas as épocas. Na escolha dos jogadores, o critério foi a importância no time e a identificação com a torcida. E lá estavam eles, Florindo, Valdomiro, Falcão, Escurinho, Guiñazu, Nilmar, entre tantos outros jogadores que se dispuseram a fazer parte desse memorial centenário. Nena, zagueiro da década de 40, é o único jogador vivo do Rolo Compressor e não poderia estar fora da lista de entrevistados do filme. O craque de 85 anos, do mítico time colorado, veio exclusivamente de Goiás para gravar a entrevista no campo do estádio dos Eucaliptos em Porto Alegre.

Com o dono do antológico ‘gol iluminado’, da decisão do Campeonato Brasileiro em 75, foi diferente. Elias Figueroa mora no Chile e seria muito dispendioso enviar a equipe para gravar com o jogador. André Sittoni, um cineasta colorado, estava indo para o Chile nesta época e gentilmente captou as imagens e fez a entrevista com o saudoso Figueroa. Após muitas tentativas e mais de um mês de negociações, Fernandão, o ídolo colorado veio à capital gaúcha e aproveitou a oportunidade para ceder seu depoimento ao filme.

Foram mais de 80 horas de imagens captadas, 1000 depoimentos recebidos, 50 entrevistas, mais de 100 gols selecionados e 630 horas de montagem nas ilhas de edição, ao longo de meio ano.  Números expressivos que tinham um só objetivo: contar a história de um centenário de glórias, de devoção e afeto por parte de todos que participaram de alguma forma dessa caminhada. Nada Vai nos Separar é um filme montado por uma equipe que fala de uma maneira muito próxima ao clube. Mesmo sabendo da importância profissional de participar de um filme desse porte, nenhum dos integrantes conseguiu deixar de lado a sua história como torcedor colorado que, como qualquer torcedor, trouxe de família a paixão vermelha no sangue.

A começar pelo diretor Saturnino Rocha, um colorado de corpo e alma, que se tornou torcedor por conta do avô. Sem ter o hábito de ir ao estádio, o avô de Saturnino escutava os jogos pelo rádio e foi esse o primeiro vínculo do menino que viu seu primeiro jogo no estádio dos Eucaliptos aos 14 anos. Era maio de 68, o mundo estava de cabeça pra baixo, e enquanto Saturnino estreava o seu primeiro jogo,  Valdomiro estreava no Internacional.  Foi na torcida do Internacional que Saturnino encontrou uma demonstração infinita de garra e resistência do time, conhecendo assim a verdadeira essência do clube. Separar o diretor do torcedor colorado foi uma tarefa difícil para Saturnino. “Me emocionei em muitas entrevistas, e algumas partes interferiram na direção do filme. Essa emoção que eu estava sentindo era essencial para contar a história do Internacional. A paixão dialoga e ao mesmo tempo grita com a racionalidade, por isso é uma dificuldade”.

O roteirista Luís Augusto Fisher teve que dividir a sua experiência profissional com o saudosismo colorado acima de tudo. Ele começou a torcer pelo clube numa época muito dura, em que o Grêmio conquistou 12 títulos em 13 campeonatos. Mas foi com apenas 11 anos de idade que Fischer viu o Internacional conquistar o Campeonato Gaúcho, em 69. Com toda a família torcendo pelo clube, o roteirista afirma, “Ser colorado é quase a mesma coisa que ser da minha família”. Uma tradição que se perpetua de pai para filho, uma relação de fraternidade que se encontra em todos torcedores colorados.

Giba Assis Brasil fez um comentário inusitado ao ser questionado sobre quanto tempo esperava para participar de um filme como o Nada Vai nos Separar. A resposta foi, “faz 52 anos que eu queria fazer esse filme”. Ou seja: desde que nasceu. Giba é colorado desde que se conhece por gente. Nasceu um dia depois do 48º aniversário de fundação do time e foi no dia de seu aniversário de 12 anos de idade que o montador de cinema e televisão viu o Beira-Rio nascer. Foi Sócio-Atleta do Inter por alguns anos e não deixou de ter contato com o time por trabalhar como jornalista esportivo da Rádio Gaúcha em 79. Mas a história de Giba com o Internacional sempre continuou. Com o passar dos anos, se distanciou um pouco do time, mas foi quando seu primeiro filho nasceu que teve a certeza que a chama colorada não se apagara. Hoje Giba é conselheiro do Inter e sabe que a sua paixão pelo time já está perpetuada.

Construir uma história para emocionar e além de tudo, contar uma trajetória centenária não é tarefa fácil. Mas o que tranquilizou o produtor Gustavo Ioschpe foi ver na recepção dos primeiros colorados que assistiram o filme a emoção e o entusiasmo que a equipe esperara alcançar depois de quase um ano de trabalho árduo. Esses primeiros espectadores foram justamente o  Presidente do Inter, Vitorio Piffero e o Diretor de Marketing, Jorge Avancini, que choraram repetidamente durante a exibição.  “A reação das pessoas comprovou o que achávamos desde o início, que o filme é extremamente cativante. Os torcedores se vêem retratados na tela, de uma maneira genuína e honesta por transmitir o que o Inter realmente é na vida delas”, confirma Gustavo.

Jorge Avancini expõe toda a sua aceitação sobre a obra: “O departamento de marketing do Inter vem tendo uma parceria exitosa com a G7 Cinema desde o lançamento dos filmes Gigante – Como o Inter Conquistou o Mundo e Gigantes do Deserto. Era natural que essa parceria se repetisse com o filme do momento mais importante da história do clube, que é a celebração do seu centenário. O norte do nosso trabalho tem sido de agradar o nosso torcedor em todos os momentos de sua vida, não apenas naquelas horas em que ele vem ao estádio assistir ao jogo. Paralelamente, objetivamos também demonstrar a grandeza do Internacional para aqueles que ainda não são torcedores, tanto no Rio Grande do Sul quanto mundo afora”.

O direto de marketing ressalta que “um filme longa-metragem sobre a nossa história é um elemento importante dessa estratégia. E o resultado do Nada Vai nos Separar superou as expectativas. Tento fazer uma análise racional do filme, como executivo do clube, mas é impossível: antes de ser executivo, sou torcedor colorado, e nessa condição o filme me atingiu de forma avassaladora. Posso dizer com tranqüilidade que a torcida colorada pode estufar o peito de orgulho por ter uma história como a nossa, contada dessa maneira. Espero que o torcedor invada os cinemas e quebre todos os recordes de bilheteria e venda de DVD, porque vale a pena. O Inter chega aos 100 anos com cem mil sócios e campeão de tudo. Acredito que o Nada Vai nos Separar renderá pelos próximos cem anos e também terá todo o sucesso possível. Pedimos aos torcedores do Inter que prestigiem o filme e não adquiram versões piratas ou baixadas da Internet.”

O presidente Vitorio Piffero concorda. “O momento do centenário de um clube é muito especial. É a hora de celebrar um século de vitórias e de agradecer a todos os colorados que construíram a grandeza do Internacional. Dentre os vários eventos planejados para comemorar este aniversário, sempre soubemos que o filme teria um lugar de destaque, até por sua habilidade única de recuperar as imagens dos jogos importantes. O filme me emocionou profundamente. Tenho certeza que também agradará a todos os torcedores colorados e os emocionará, geração após geração. Esse é um filme que todo colorado precisa ter.”

> SOBRE A EQUIPE

SATURNINO ROCHA – DIRETOR

O Porto-alegrense de 52 anos é colorado daqueles forjados na arquibancada dos Eucaliptos nos difíceis anos 60 — e devidamente recompensados nos gloriosos 70 de Figueroa, Valdomiro e Falcão. No caminho da escola, dia a dia, viu crescer, à beira do Guaíba, um Gigante. E cresceu junto com ele.

Como cameraman do canal 10, registrou o balaço do Flávio Bicudo que deu o Octa ao Inter; o gol iluminado de Figueroa no primeiro título nacional; e Falcão com Escurinho tabelando de cabeça, invadindo a área e faturando o Galo mineiro na campanha do Bi.  Deixou a TV para dirigir vários comerciais premiados, documentários, cinema de ficção e conteúdo para televisão.

Nos anos 80 pagou mico quando ‘eles’ — como o velho Moura, ele não pronuncia o nome do time da Azenha — ganharam a Copa Toyota. Nem isso lhe abalou a certeza de que ser colorado é acreditar sempre, e que a superação é o destino do Internacional. Tudo confirmado pelo Gabiru alguns anos depois, em uma manhã mágica e inesquecível.  Coisa de filme!

Saturnino exemplifica nas linhas abaixo, como foi uma das entrevistas de Nada Vai nos Separar com o craque Valdomiro:

“Entrevista com Valdomiro. Tava muito quente. Já 2009, no ano do Centenário. Um verão daqueles. Quente como só Porto Alegre sabe ser, dizem os porto-alegrenses como eu. Exagero nosso, certamente. Esperávamos o Valdomiro, o nosso entrevistado. Na sombra da Superior, suava-se pra chuchu.  Rebatedores armados, sentados em três tabelas a gente esperava.  Nunca é bom pra produção esperar.  A Cacá, assistente de produção, perseguia o Valdomiro por salas do Beira-Rio como um lateral furioso, colada nele. Valdomiro, permanente sorriso, entrava aqui e acolá, um abraço no roupeiro Gentil, um papo com o presidente Piffero, uma brincadeira com o Elton, ia entrando a dribles, deixando de quatro o nosso cronograma.  Filmamos uns planos de cobertura, sem desmontar o set, afinal, ele poderia chegar a qualquer momento. Revisei meu questionário mais uma vez, os gols importantes, os títulos, a história de superação, o itinerário de abordagem para recriar a trajetória desta lenda colorada, Valdomiro Vaz Franco. O Boca, nosso fotógrafo, usava o chapéu panamá pra abanar.  O Ramiro, assistente de direção, no celular, direto: “Alô, pega ele Cacá!”
Muitos copos de água depois lá vinha o nosso Valdomiro, subindo animado os degraus da arquibancada. O Inter treina no campo e os gritos lhe chamam atenção.  Ele se volta, assiste por um minuto e pouco, acena para alguém e continua a subir na minha direção.  Um sorriso e a frase curta, com evidente orgulho, como que explicando o atraso: “Tô em casa!” Entendi tudo. Tinha de ver os seus ex-companheiros, funcionários, dirigentes, todos admiradores, fãs como eu.  Vou pro abraço.  A chateação da espera vai pro espaço, e daí pra frente é só magia, coração a pleno, eu pergunto, o Valdomiro responde.  Eu lanço e o Valdô finaliza. 

O pensamento voa. Exatamente como o Falcão fala no filme, eu também me descobri colorado no auge das vacas magras dos anos 60, o que não é exatamente um auge, mas o seu contrário. O Inter invadiu meu coração pelas ondas do rádio, na voz e na batida do Pedro Carneiro Pereira.  Haja emoção!  Segundas feiras eram o dia de ver as fotos nos jornais, a charge do Sampaulo e conferir a última do Colorado Delirante, inesquecível personagem das crônicas divertidas do Sérgio Jockyman.  Então chegou o dia.  A primeira vez”.

LUÍS AUGUSTO FISCHER – ROTEIRO

Neto, filho, sobrinho, irmão, primo, tio, padrinho e pai de colorados de fé. Nascido em 58, era menino quando aprendeu a dor de ser solidário ao clube do coração nos momentos de baixa. Mas quando chegou aos 10 anos acompanhou a construção do Beira-Rio, que inaugurou uma das eras mais espetaculares que um time pode conhecer, em qualquer parte ou época: octacampeão gaúcho e tricampeão nacional no país do futebol com um time que, como sempre ocorre nas grandes fases do Colorado, combinava a garra das equipes do sul com as virtudes do jogo brasileiro.

Professor de literatura e escritor, tem em sua biblioteca uma das mais notáveis relíquias que um torcedor do Inter pode ter: o álbum de figurinhas da inauguração do Beira-Rio, completo como devem ser as lembranças da felicidade. Felicidade essa que chegou ao ponto sublime com o Mundial de Clubes, ocorrido no mesmo ano em que nasceu seu filho, Benjamim, que com poucas semanas de vida percebeu como é bom ser colorado. Fischer foi homenageado com o Prêmio Fato Literário, na Feira do Livro de 2008. É autor do roteiro do filme Gigante – Como o Inter Conquistou o Mundo.

O escritor e roteirista Luiz Augusto Fischer fala da oportunidade de participar de um filme como o Nada Vai nos Separar:

“Se eu fosse um torcedor convidado para ver este filme, eu já estaria feliz, porque veria meu time espalhando sua linda história em cem anos. Se eu fosse torcedor e convidado para dar depoimento no filme, imagina o tamanho da minha felicidade, porque eu poderia contar tudo que aconteceu comigo, com meu pai, meu irmão, meu filho, meus primos e tios, na alegria compartilhada de ser colorado. Agora considera o tamanho da minha faceirice: eu fui convidado para ajudar o Nada Vai nos Separar, na parte do roteiro! Imaginou o quanto eu estou faceiro e orgulhoso? então multiplica por mil, por um milhão, por tantos milhões quantos são os torcedores colorados. Coisa de tipo infinito, nada menos que isso. Espero ter contribuído para que cada colorado reviva as melhores emoções, que já teve e ainda terá, com toda a certeza”.

GIBA ASSIS BRASIL – MONTAGEM

Giba Assis Brasil nasceu no dia 5 de abril - um dia depois do 48º aniversário do Inter, um dia antes do que viria a ser, 12 anos depois, o aniversário do Beira-Rio. Gilberto e Mercedes, os pais, sabiam o que estavam fazendo. Quando não está torcendo pro Inter, Giba é montador de cinema e televisão.

Já montou 12 longas e mais de 40 curtas, ganhou alguns prêmios, é sócio da Casa de Cinema de Porto Alegre e professor de cinema no CRAV da Unisinos. É casado e apaixonado por uma gremista (Ana), mas tem dois filhos (Antônio e Teresa) que escolheram o colorado por livre e espontânea vontade, sabendo que seriam campeões do mundo. Giba fez a montagem do filme Gigante – Como o Inter Conquistou o Mundo.

Giba considera um desafio montar novamente um filme sobre o colorado, depois de participar do Gigante, pois teria que recontar parte de uma mesma história, o mundial, de maneira diferente do filme anterior. Para isso, o admirável profissional utilizou o depoimento da torcida mais jovem e que pôde presenciar e viver aqueles momentos de luta e glória. “O nosso objetivo era fazer um documentário com informação, mas com emoção também. E acho que conseguimos esse feito, através de muitos gols e depoimentos vibrantes dos torcedores”.

Serviço:

'Nada Vai nos Separar'
Os DVDs do filme, em versão simples e dupla, estarão à venda a partir de 2/9/2009
Mais informações estarão disponíveis no site http://www.filmecentenario.com.br/


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