31/07/2009

Big Eye, um espetáculo de estádio

Inter e Oita Trinita duelarão em um lindo estádio na próxima quarta-feira. Construído em 2001 especialmente para a Copa do Mundo de 2002, o Kyushu Sekiyu Oil Dome tem capacidade de 40 mil lugares. Foi apelidado de 'Big Eye', uma vez que o estádio tem a forma de um grande olho olhando para cima, com uma cobertura que pode se abrir e fechar como uma pálpebra. Parte da cobertura é suspensa, onde a partir de uma certa distância, quase parece um enorme disco voador, pois paira um pouco acima do solo. Na verdade, o estádio do Oita Trinita pode ser menos conhecido do que alguns outros locais entre os adeptos de futebol, mas no mundo arquitetônico, foi um dos destaques da Copa do Mundo 2002.


Kyushu Sekiyu Oil Dome, o Big Eye: estádio recebeu jogos da Copa de 2002

Foi escolhido pela revista Architecture Week como o melhor projeto arquitetônico de estádios em todo o mundo, em 2001. A cobertura é revestida em titânio, dando-lhe uma aparência futurista. O interior é muito leve e arejado, graças aos painéis de teflon móveis. A cobertura, além de ser leve em termos de estrutura, tem uma grande resistência à tração e é impermeável a qualquer clima, sendo que opera com uma unidade do tipo de fio sistema de tração. Secções da cobertura dos dois lados fecham-se ao longo do feixe do principal arco, reunidos exatamente acima do centro do campo, como um fechamento de pálpebra. Nesse estádio foram realizados três partidas na Copa de 2002:  Tunísia 1 x 1 Bélgica, Itália 1 x 1 México e Suécia 1 x 2 Senegal.

Sobre a cidade

Oita é a capital da província de Oita. A cidade tem uma população de aproximadamente 468.000 habitantes. Embora Oita não seja um centro industrial, possui algumas unidades de negócio de empresas como Canon, Daihatsu, NEC, Toshiba, TDK, entre outras de importância regional. Oita é conhecida pelos seus cogumelos shiitake e pela produção de kabosu, um fruto cítrico com sabor peculiar. (fonte Wikipédia)


Paisagem da cidade de Oita, no Japão

Colaborou o cônsul do Inter no Japão, Wilson Pardi Junior


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