12/11/2008

Uma atuação tática de luxo contra o Chivas

Por Alexandre Corrêa (texto) e
Alexandre Lops (fotos)
Enviados especiais/Guadalajara

A vitória do Internacional sobre o Chivas na primeira partida das semifinais começou bem antes do apito inicial do paraguaio Carlos Torres. Tudo começou com a armação tática perfeita do técnico Tite. A exemplo do que havia feito na Bombonera, o técnico apostou em uma linha de quatro zagueiros para deixar muito pouco espaço ao time adversário, principalmente nos contra-ataques. A linha de três volantes, à frente da área, também impediu as penetrações, pelo meio.


Tite armou o time com inteligência para enfrentar o Chivas

E dessa forma, o Inter controlou o Chivas durante o jogo inteiro. Tite, grande observador do futebol, seguiu uma idéia de alguns times europeus, que costumam escalar zagueiros nas laterais para dar mais força de marcação pelos lados de campo. Foi assim que Bolívar deixou a zaga para a assumir a lateral-direita em Guadalajara.


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Mas o time colorado não só se defendeu. Muito pelo contrário. Ameaçou o tempo todo principalmente nas jogadas de contra-ataque puxadas por Andrezinho, Nilmar e Alex com o apoio de Guiñazu e Magrão, que se soltavam do meio para chegar à frente com qualidade. Foi assim que nasceram os gols colorados. E foi assim que se desenvolveu a grande partida tática da equipe. Uma vitória dos jogadores e do treinador. Uma vitória do Internacional.


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