03/05/2018

Feitos de Paixão: a história de Frederico Luiz, um genuíno colorado de Erechim

Você começou a torcer pelo Internacional exatamente por qual motivo? Seu pai, sua mãe ou algum parente o influenciou nesta escolha? Foi uma identificação natural com o Clube do Povo? Muitas são as possibilidades, até mesmo ter nascido em meio à uma família repleta de torcedores do time rival e, mesmo assim, assumir de peito aberto um genuíno amor pelo Colorado. Foi o caso de Frederico Luiz, de sete anos, um exemplo de fã que escolheu de maneira independente a equipe pela qual iria torcer. Morador de Erechim-RS, ele começou a acompanhar o Inter desde muito cedo, por livre e espontânea vontade, sem se deixar influenciar pela maioria, afinal, seus pais, tios, avô e dindos são todos gremistas.

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Acompanhando de perto uma paixão tão verdadeira crescendo a cada dia, o engenheiro Marcos Vinícius de Quadros sequer pensou em tentar convencer o filho a mudar de time. Pelo contrário. O pai incentivou ainda mais o coloradismo ao realizar contato com o Inter para saber se seria possivel que o garoto entrasse em campo com os jogadores em uma partida no Beira-Rio. "Ele é 20 vezes mais ligado no Inter do que eu no meu time. Conhece tudo, a escalação e as músicas que a torcida canta. Combinei a visita com o Inter, comprei o uniforme completo e o associei na modalidade Sócio Coloradinho", conta De Quadros.

Por meio do Projeto Criança Colorada, Fred viajou até Porto Alegre para viver a experiência única e alimentar ainda mais o seu amor pelas cores vermelha e branca. Na partida contra o Cruzeiro, pela terceira rodada do Brasileirão, o pequeno veio pela primeira vez ao Gigante e, de quebra, viu de perto os ídolos que até então conhecia apenas pela televisão. Depois de entrar no gramado junto ao goleiro Danilo Fernandes e ficar perfilado com o time durante a execução do Hino Nacional, foi para a arquibancada torcer ao lado de milhares de outros colorados. De volta à cidade natal, Fred só falava sobre a inesquecível visita que havia feito ao Beira-Rio.

"Foi uma experiência que ele vai lembrar para o resto da vida. Não é qualquer um que consegue. O Inter foi muito honesto, porque quando contei a história do Frederico, o Otávio Rojas (diretor do Criança Colorada e vice-presidente de Marketing e Mídia) garantiu que ele entraria em campo. Toda a família ficou envolvida e viu tudo pela televisão. O Frederico só falava sobre isso. Acredito que seja uma história diferente. O importante é que haja o respeito independente do time para que cada um torça", ensina De Quadros.

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