18/05/2013

Gabriel: 'É como se estivesse no Inter há muito tempo'


Lateral Gabriel (C) é titular absoluto do time colorado

Gabriel está em casa. Adaptado ao Clube, o lateral-direito comemora a boa sequência no Colorado e o título conquistado, o primeiro em solo gaúcho. Aos poucos, se transforma em um dos jogadores de confiança do técnico Dunga. Não à toa, atuou na maioria das partidas do Inter em 2013, demonstrando, também, excelente preparo físico, primordial para um bom lateral.

Natural de São Paulo, capital, Gabriel tem futebol no sangue. A posição também. Seu pai, Wladimir, foi lateral e jogador que mais atuou com a camisa do Corinthians na história – 805 jogos. Assim, o jogador teve um professor particular para a profissão: “Sempre me cobro muito desde pequeno e isso é resultado de muito treino, trabalho e concentração, sem falar na escola que tive dentro de casa com meu pai”, conta.

O jogador colorado iniciou a sua carreira no São Paulo, mas foi no Fluminense que alcançou destaque nacional. Em 2005, foi eleito o melhor lateral-direito do Brasileirão e chegou à Seleção Brasileira. Também entrou para a história ao ser o jogador da posição com mais gols marcados em uma edição do torneio. Ainda teve duas passagens pela Europa: uma pelo Málaga, da Espanha, e outra no Panathinaikos, da Grécia.


Gabriel esteve em campo em todos os jogos do time titular na temporada

Em janeiro de 2013, assinou contrato com o Inter. No primeiro treino, já deu amostras da sua qualidade e até gol marcou. Desde então, atuou em 20 das 24 partidas disputadas pelo Colorado na temporada – 83% dos jogos. Sempre que Dunga escalou o time com força máxima, Gabriel esteve em campo. Hoje, é um dos titulares absolutos da equipe. A rápida adaptação é celebrada: “Além de me sentir em casa no Inter, como se estivesse aqui há muito tempo, estou muito feliz podendo mostrar meu futebol”, destaca.

Antes de ser contratado, o lateral havia enfrentado o Inter diversas vezes, e o sabor não fora dos melhores. Um certo argentino, em especial, ele lembra muito bem – D’Alessandro. “É complicado enfrentá-lo, é um jogador chato (risos). Sofria quando jogava contra. Agora, jogando ao lado dele, é ótimo. Ele pode decidir uma partida”, atesta. Ao lado do maestro e dos outros colegas, Gabriel busca os objetivos da temporada: mais títulos. E não tem preferência por qual. “O Inter, em toda competição que disputa, por toda sua história e camisa, entra como candidato ao título”, afirma. A tarefa não será fácil, mas se depender da ambição do camisa 2, o Colorado terá boas lembranças de 2013.


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