1º/05/2011

Falcão se emociona com apoio da torcida

Por Felipe Silveira

Paulo Roberto Falcão foi um volante de alto nível, reconhecido como um dos maiores jogadores da história colorada. Estreou no clássico Gre-Nal aos 20 anos, no dia 11 de novembro de 1973, em um empate por 1 a 1 no Beira-Rio.

Dando um salto no tempo, quase 38 anos depois, Falcão voltou a experimentar a sensação de debutar no tradicional confronto, desta vez como treinador (em 93, quando também treinou o Inter, não disputou o Gre-Nal). E esta reestreia não poderia ser melhor. O Campeão de Tudo empatou com seu maior rival em 1 a 1, assim como fora em 73, mas conseguiu vencer nos pênaltis para ficar com o título da Taça Farroupilha, o returno do Gauchão.


Falcão em ação à beira do gramado: treinador reconheceu apoio da torcida

Após o clássico 385, o treinador contou que sentiu fortes emoções na tarde deste domingo, antes mesmo de a bola rolar.  "A chegada no estádio já foi impressionante. Ali tive certeza de que ganharíamos. Tínhamos que jogar pelos torcedores. Achei que não me emocionaria, mas o grande desafio é controlar essa emoção. Acho que a torcida foi fantástica. Jogou junto com o time até o final", elogiou Falcão, que também revelou que teve vontade de entrar em campo: "Quando vi todo aquele cenário, me deu uma vontade muito grande de jogar. Ser campeão, mesmo que apenas do turno, de um time que vivi desde os 11 anos é algo inesquecível", completou.

Invencibilidade

Falcão se mantém invicto após cinco jogos à frente do comando técnico do Inter. Nos 20 dias que está treinando o time, o Colorado conquistou três vitórias e dois empates, sendo que o deste domingo teve um gostinho de vitória com a conquista do título. "O Inter deveria ter saído com a vitória, mas não nos pênaltis. Tivemos várias situações claras de gol e o jogo nunca deixou de estar sob nosso controle", destacou o técnico colorado.


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