09/08/2010

Estádio Omnilife, o palco do confronto

Por Marcos Bertoncello (texto)
e Alexandre Lops (fotos)
Enviados especiais/Guadalajara-MEX

Moderno, aconchegante e muito bonito. Este é o estádio Omnilife do Chivas Guadalajara, palco do primeiro confronto pela final da Libertadores da América. De tão novo, o local receberá apenas sua segunda partida desde a sua inauguração, quando o Chivas havia vencido o Manchester United, da Inglaterra, por 3 a 2 no dia 30 de julho deste ano. O 'volcano' (vulcão em espanhol), como já ficou conhecido aqui no México, traz uma arquitetura de primeiro mundo, lembrando estádios de Copa do Mundo, e demorou apenas três anos para ser erguido.


Omnilife conta com uma bela estrutura

São dois anéis preenchidos completamente por cadeiras, com exceção de uma pequena parte atrás da goleira à direita das cabines de imprensa. Estas que, aliás, são todas equipadas para melhor atender à demanda da reportagem esportiva. Há também um anel central, todo circundado com camarotes.

O apelido de 'volcano' surgiu de sua estrutura que se assemelha a um vulcão. Localizado longe do centro de Guadalajara (cerca de 30 minutos do hotel do Inter), o estádio possui uma enorme área de acesso. Quem vê de fora, pensa ser um estádio bem alto, mas o campo sintético, que contém borrachas, está à altura do subsolo, ou seja, é rebaixado. A previsão é de casa cheia para quarta-feira; mais de 50 mil pessoas.


Bola da Libertadores no gramado sintético do estádio do Chivas


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