20/05/2010

Um gol para a história em Quilmes

Por Alexandre Corrêa (texto) e
Alexandre Lops (foto)
De Quilmes

Foi um gol para gaúcho nenhum esquecer por muito tempo. A partida chegava ao final, o Estudiantes parecia administrar o jogo e a classificação argentina era iminente.Os cerca de 20 mil torcedores pinchas (como são chamados os do Estudiantes) cantavam e gargalhavam. Alguns gritavam olé. Era este o ambiente no Estádio Centenário, de Quilmes, quando a jogada do gol antológico do Inter começou a se desenhar.


Guinazu e Sorondo comemoram sob o olhar desolado do zagueiro Desábato

Tudo se deu a partir de uma matada de bola de Walter, na esquerda. O centroavante protegeu a bola, não deixou que o zagueiro a tirasse, esperou um segundo marcador se aproximar para tocar com precisão para Andrezinho, na intermediária. O meia girou, protegeu a bola e conseguiu o espaço necessário para o passe crucial. Giuliano partiu da intermediária e entrou na área. Andrezinho então meteu uma bola genial, nas costas do marcador de Giuliano. O garoto surgiu de frente para o goleiro e chutou rasteiro, rente às pernas do goleiro Orion. A bola entrou mansinha no cantinho. Gol. E uma explosão de alegria para os cerca de 500 colorados presentes, enquanto os “hinchas” do Estudiantes chutavam as cadeiras do estádio e se lamentavam.

Para comemorar o gol Giuliano se atirou no gramado, como se não acreditasse Em questão de segundos Alecsandro e Bolívar já se jogavam sobre ele para festejar. O banco do Inter invadiu o gramado, todos se abraçando. E Walter correu para o centro do gramado para impedir que o Estudiantes saísse com rapidez com a bola. Levou o amarelo por isso. Pouco importava! A classificação estava na mão.


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